Jogue com raça, com coração
O que sinto por você levo comigo até morrer
Vamos tigre, vamos tigre, vamos tigree ".
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bjs pra torcida!

Noticias da Semana – 20/10/2010 - Ricardo Schuster.
Tropa de Elite 2
Grata surpresa ao assistir ao filme. O primeiro é muito bom, mas tem-se a sensação nítida de uma ficção. Ganhou o Urso de Ouro merecido, mas o segundo é um filme visceral. Dói o estômago “do cara”. Wagner Moura, como subsecretario da segurança do Rio de Janeiro esta novamente brilhante. Não tenta roubar a cena. É comedido no estrelato e interpreta o ex- capitão Nascimento dando-lhe o toque de um homem sem esperanças, cansado e frio com a vida. Também se apresenta “quase doente de desgosto” em relação às instituições do Estado do Rio de Janeiro. O “sistema”( leia-se políticos legislativos e executivos, a policia e suas instituições e os bandidos) é totalmente podre e sempre recria as malvadezas. É indestrutível, evolutivo na sua sobrevivência. O crime se recria, se metamorfoseia conforme a necessidade de nova adaptação. Mas, o filme, tem um viés do bem no personagem de um ambientalista. Um...no caminho virtuoso escolhido e, como sempre, digo para meus filhos: “A virtude tem que ser cultivada, desejada e praticada diariamente. Não se nasce com virtude. Não se herda virtude e, principalmente, não se consegue fingir virtude”. O filme é um “documento”. É uma denuncia para nós brasileiros e pela qual devemos nos responsabilizar, para resolver. Passa diretamente pelos políticos. Passa pelo nosso voto na verdade. Assistam o filme e vocês irão me entender.
Falando de canalhas
Outra visceral. Um livro agora. O titulo é “Honoráveis Bandidos”. Editora “Geração Editorial”. De Palmério Dória. Este é indigesto. O livro só fala da “podridão”. Da podridão dos políticos citados no filme de Padilha (diretor de Tropa de Elite 2). Só que o livro não é ficção. É jornalismo dos bons. Jornalismo de investigação e denuncias. Este mesmo que o PT insiste vez por outra em controlar, em censurar. Sabe você leitor quem são os denunciados neste livro, com nome e sobrenome e endereço? José Sarney e toda a “cambada” da sua família. Claro que aparecem, alem deles, vários outros nomes de figuras ilustres do cenário político brasileiro. Se você ler o livro não vai conseguir entender como Sarney e familia, chamado de brasileiro diferenciado pelo Presidente Lula, não estão presos e banidos “da vida publica” brasileira. No Maranhão, estado do Sarney, corre uma piada em que um do povo pergunta para outro:
-“Qual a pior coisa do Maranhão?”
-“A família Sarney.”
-“Qual a melhor coisa do Maranhão?”
-“Ser da família Sarney.”
Alias, o Maranhão é dos Sarney mesmo. Ruas, praças, escolas, logradouros públicos tudo tem o nome de um “Sarney qualquer”. E é bom saber que até pouco tempo o presidente do Partido Verde era o Sarney Filho. O patriarca, maníaco, constrói um mausoléu ( com dinheiro publico, em um prédio publico) para seu sepultamento em São Luís acreditando que quando morrer ocorrerão romarias religiosas em torno de sua lápide. É muito “se achão” esse Sarney. Leiam o livro. É baratinho. Meio indigesto. Se alguém quiser... Eu empresto.
Grato... Semana que vem vou falar de D Pedro I, brasileiro de adoção. Mas um herói que vale a pena conhecer.
pés de sinamão
“... ventava e as roupas estavam no varal.
na frente da casa tinha dois pés de sinamão ou cinamomo...”
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.era pequenino, e tem imagens que não lhe sai da cabeça, daquelas que você não esquece jamais, não sei se acontece com todos, mas com ele aconteceu. Tem uma que sempre lhe passa, acho até legal descreve-las, pelo menos aqui vou sempre me lembrar... vai que eu me esqueça...do acontecido com o rapaz. Existe um lugar chamado Terra do Polvilho, fica lá perto do "fim do mundo". Creio que é mais ou menos lá o fim do mundo, porque a gente olha em direção ao oeste, onde o sol se põe e não se vê mais nada, parece que acaba tudo ali, com aqueles imensos paredões chamados de canyons. Ele imaginava igualmente aos antigos desbravadores dos mares, que subindo aqueles imensos paredões não haveria nada do outro lado e aí você cairia num abismo ou sei lá, em algo como um imenso gramado que depois se ligaria com algum vulcão, coisas desse tipo... Enfim... Ventava e as roupas estavam no varal. Na frente da casa tinha dois pés de sinamão ou cinamomo - pelo menos era o nome vulgarizado que todos chamavam pra’quelas árvores que faziam bastante sombra e que na primavera saia umas “baguinhas” verdes pequeninas tipo cachos, sabe? Se não sabe, elas são “mais” conhecidas como Melia azedarach, nome dado pelos botânicos pra nenhuma pessoa esquecer, claro. Crianças brincavam de guerrinha com aquelas “baguinhas” - era fim de outono, havia algumas folhas caídas ainda, mas os pés de sinamão já estavam bem encorpados e a primavera estava chegando. Entre os dois pés de sinamão tinha o varal. A corda ia de uma árvore até a outra. Muito comum daquela gente plantar árvores e utiliza-las como varal. Fico imaginando "se para ser um homem realizado na vida tem que escrever um livro, plantar uma árvore e ter pelo menos um filho", para o pai daquela família só faltava escrever o livro, por que os pés de sinamão foi ele quem plantou e os filhos completavam o restante desta ciranda. Mas concluí que ele nem sabe dessas coisas e mesmo assim é realizado. Ciranda, outra coisa bem comum entre aquelas mesmas crianças que brincavam de "guerrinha de bagas de sinamão".
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Se esse amor
Ficar entre nós dois
Vai ser tão pobre amor
Vai se gastar...
Se eu te amo e tu me amas
Um amor a dois profana
O amor de todos os mortais
Porque quem gosta de maçã
Irá gostar de todas
Porque todas são iguais...
Se eu te amo e tu me amas
E outro vem quando tu chamas
Como poderei te condenar
Infinita tua beleza
Como podes ficar presa
Que nem santa num altar...
Quando eu te escolhi
Para morar junto de mim
Eu quis ser tua alma
Ter seu corpo, tudo enfim
Mas compreendi
Que além de dois existem mais...
Amor só dura em liberdade
O ciúme é só vaidade
Sofro, mas eu vou te libertar
O que é que eu quero
Se eu te privo
Do que eu mais venero
Que é a beleza de deitar...
Quando eu te escolhi
Para morar junto de mim
Eu quis ser tua alma
Ter seu corpo, tudo enfim
Mas compreendi
Que além de dois existem mais...
..04:51h
.e isso são horas pra me acordar?
.chega arrepiando quarteirão
quer assustar.
.bate porta
.bate vidraça
.fecha janela
.quer respeito, quer avisar
Oras!cortante sulista,
já sabemos de sua
imponência Minuana.
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bjs pra torcida.
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Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino?
- Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- Por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Era.. era melhor, sim... ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né?
- Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei, na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!
- Não, três dias depois.
- Então morreu na quarta-feira
- Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas?
- Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
-Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui...
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!
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o texto não sei o autor, estou na "Terra do Polvilho" e aqui circula um jornal chamado @livre, não é o twitter do jornal, ok? é o nome mesmo "arroba livre".
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bjs pra torcida!!
Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha em fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!...
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!...
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!...
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!...
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!...